sexta-feira, 15 de outubro de 2010

MR NOBODY




Mr. Nobody é um filme que não vi e já gostei!

Bem, me amarrei de cara com ideia de ser o último na Terra a guardar alguma coisa que ninguém mais sabe (claro que antes já teve o chatinho do garoto andróide de AI).
Depois com o desdobramento lógico disso, nem mesmo você sabe ao certo o que sabe e, sabendo, tudo pode e deve lhe ultrapassar com folga.
Assim, Mr. Nobody parece navegar entre memórias e devaneios como se um completasse o outro ao mesmo tempo que o sentido só existisse nessa simbiose.
O que foi em si não importa sem a companhia do que poderia ter sido. Somos premidos a fazer escolhas, pois parece que não há vida possível longe delas e que tudo será guardado para alguma revelação futura sobre os desígnios disso ou daquilo. Mas no final, bem lá no final... De que elas vão interessar quando estivermos realmente sós?... Quem seremos nós frente às nossas lembranças (únicas) no momento do último suspiro?...





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