sexta-feira, 2 de março de 2012

Todas as Mulheres do Mundo (1966) - Domingos de Oliveira



Esse filme tem cara de sexta feira. Não de qualquer sexta feira, mas desta.
Considero Domingos de Oliveira uma versão brasileira, tropical do Wood Allen (sem nenhuma pretensão de tentar imitá-lo, claro). É um dos meu diretores preferidos. Seu humor, ironias, digressões, a capacidade de apreender sutilezas e falar com leveza e plasticidade dos dilemas de ser e estar juntos (ou separados). Se não fosse pouco, conta com Paulo José e Leila Diniz, com sua beleza hipnótica, nos créditos.

"E a liberdade? O amor consome a liberdade. Castra a iniciativa, conduz a auto castração. Destrói a individualidade, leva à fraqueza".
Faça-me rir, muito, Domingos de Oliveira!

Como diria Pepe Le Gambá: - Ah l'amour!
Quem não viu, veja!
Curtam!

















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